Igreja da Ciência Divina

Quem somos?

“Se você pensar coisas boas, acontecerão coisas boas, se pensar coisas más, acontecerão coisas más. É assim, que sua mente funciona.”

Dr. Joseph Murphy

Nona Lovell Brooks

A história inicial da Ciência Divina foi preservada através de um relato de Nona Lovell Brooks, co-fundadora do Divine Science Movement em Denver, no Colorado.

três irmãs

UM MILAGRE

"Nossa história começa na primavera de 1887 (portanto há 134 anos atrás, considerando que estou digitando estas linhas em 2021), quando três irmãs iniciaram seus estudos de Metafísica."

Seus nomes em ordem de idade eram Alethea Brooks Small, Fannie Brooks James e Nona Lovell Brooks que é a irmã que contou essa história.

Segundo o relato dela, no ano anterior, em 1886, quando ela vivia com Alethea em Pueblo no Colorado uma amiga chamada Frank Bingham tinha estado doente por alguns meses e os médicos locais não conseguiam fazer nada por ela e recomendaram que fosse consultar especialistas em Chicago (Lembre-se que nessa época a medicina ainda era muito precária, a penicilina ainda não havia  sido inventada e embora a anestesia tenha sido descoberta por Thomas Green Morton em 1846 ainda não era muito utilizada.).

A situação dela era tão crítica que não se podia fazer muita coisa, mas lhe disseram que deveria permanecer em Chicago para fazer um tratamento. 

Mas ela não aceitou essa proposta porque era casada e tinha quatro filhos pequenos. 

Foi então que alguém lhe sugeriu que procurasse uma senhora lá em Chicago que estava realizando curas prodigiosas em pessoas que também haviam estado muito doentes. Essa senhora das curas prodigiosas chamava-se Emma Curtis Hopkins e por muitos anos fora uma proeminente professora de misticismo espiritual. 
Bastaram três semanas de estudo e tratamento com Emma para que a Sra. Bingham ficasse completamente curada, tendo retornado a Pueblo radiante de alegria. Devido à intensa busca do povo local por informações a respeito dessa cura milagrosa surgiram classes informais em que a Sra. Bingham ensinou a todos o que tinha aprendido com a Sra. Emma.

Segundo Nona a família dela estava passando por tristes condições físicas e financeiras e não achavam que essas aulas iriam ajudar em alguma coisa. 
Mesmo assim Nona iniciou os estudos e deu o seguinte depoimento: 

“- Eu estava em péssimas condições físicas e só podia ingerir alimentos muito suaves preparados especialmente para mim. Por mais de um ano eu estava orando a Deus pedindo por uma cura. No domingo anterior à semana em que iniciei os estudos com a Sra. Bingham não consegui acompanhar os cânticos de minha Igreja. Foi quando eu estava na quarta aula com a Sra. Bingham que senti todo meu ser completamente preenchido por uma grande luz – uma luz mais brilhante do que a luz do Sol, mais brilhante que qualquer coisa que eu jamais tenha visto. Essa luz me preencheu! Me cercou completamente! Eu não estava consciente de nada mais além dessa brilhante luz branca! Pensei que todos estavam vendo, mas era apenas eu quem via. Eu tinha tido sozinha essa magnífica experiência. Eu tinha sido instantânea e completamente curada.” 

Depois dessa cura abençoada muita coisa boa começou a acontecer na vida de Nona; houve uma rápida melhoria na situação financeira (Buscai o reino de Deus e todas as demais coisas vos serão acrescentadas. Mt 6.33). A vida inteira dessas três irmãs foram transformadas. 

Nona disse: 

“Será que estávamos “encantadas”? Quem não estaria? Estávamos profundamente gratas por todas essas bênçãos, mas quanto aos pontos em que havíamos sido ensinadas haviam alguns com que não concordávamos plenamente. Em nosso pensamento e em nosso modo de viver enfatizamos Deus e Suas ações em nossas vidas. Sabíamos que nenhum pensamento errado ou qualquer coisa indesejável poderia nos tocar enquanto centrássemos nossa atenção na presença de Deus ao invés de aceitar os falsos conceitos humanos. Nessa época ainda não pensávamos em estabelecer um movimento, apenas discutíamos o assunto entre nós e quando questionadas dávamos respostas satisfatórias para nossa própria percepção da verdade. Sistematizamos os ensinamentos que a Ciência Divina foi a primeira a promulgar: Toda a criação é a expressão de Deus e compartilha a mesma substância. Todo o poder e beleza da Natureza é o resultado do Fiat de Deus. O Universo resulta da palavra de Deus e o bem é o centro de tudo, o Deus pleno, como o Criador de tudo que existe. 

Agora deixe-me contar como chegamos a chamar de Ciência Divina a nossos ensinamentos. Durante esses primeiros anos enquanto nós três irmãs estávamos honestamente estudando as bases desses conhecimentos, a onipresença de Deus, em busca de descobrir significados ainda mais profundos para essa verdade fundamental de nossa filosofia e para aprender a aplica-la para nosso bem e para o bem de outras pessoas, uma senhora em São Francisco, Malinda E. Cramer, de quem não conhecíamos e que também não nos conhecia estava trabalhando na mesma linha. Depois de muitos anos como inválida ela se curou através de sua própria realização da presença de Deus. Seu livro “Ciência Divina e Cura” (Divine Science and Healing em inglês) fala a respeito disso. A Sra. Cramer pensou imediatamente  que deveria compartilhar sua grande descoberta do poder de Deus em cada vida individual com o mundo. Ela ardia de desejo de mostrar as outras pessoas que através do conhecimento da verdade elas podiam se libertar das enfermidades, da pobreza e das desarmonias de todos os tipos. Ela passou a realizar palestras e dava aulas em seu lar em São Francisco. Além de realizar muitos trabalhos bem sucedidos de cura.  Ela criou uma escola cujo nome era Universidade da Casa da Ciência Divina (Home College of Divine Science) em 1887. Em 1889 a Sra. Cramer veio para Denver e ministrou sua primeira aula aqui. E nosso curso que até então tinha estado sem nome perguntamos se podia também ser chamado Ciência Divina. Ela muito graciosamente o permitiu e a partir desse momento passou a haver uma excelente cooperação entre nossos dois grupos. A união de dois fluxos de pensamento tão intimamente relacionados sempre me surpreendeu.  Três irmãs do Colorado e uma mulher dinâmica da Califórnia que eram desconhecidas umas às outras tinham em mente a mesma linha de ensinamentos. Elas estavam consagradas pela verdade, abertas ao mundo interno e tinham recebido a mesma mensagem. Quando vieram a se encontrar face a face sabiam que pertenciam juntas ao mesmo propósito e esse era o mais íntimo sentimento de unidade entre elas. 

Os ensinamentos da Sra. Cramer eram tão profundos que apenas os estudantes avançados podiam entende-la, consequentemente ela nunca teve um grande número em seu grupo. Entretanto, suas curas estavam entre as mais notáveis que eu jamais vi. Após seu falecimento em 1907, Denver se tornou líder nas atividades da Ciência Divina. Enquanto isso em Denver amigos continuavam solicitando ajuda em pouco tempo as aulas começaram. A Sra. Small que tinha se mudado para Denver, cuidava da parte da cura; A Sra. James tinha classes em sua casa; eu estava ensinando em escolas públicas, primeiro em Pueblo depois em Denver, mas no verão de 1896 demiti-me do trabalho nas escolas e iniciei uma atividade bem definida tanto no ensino como na cura. O trabalho no lar da Sra. James cresceu tanto que se moveu para um escritório e uma sala de aula no centro da cidade, na Rua Curtis, 1410, ministrada pela Sra. David Moffat que tinha obtido uma cura notável. A Sra. Cramer era nossa convidada de honra à nossa celebração de abertura. Amo pensar nesses dias tão cheios de consagração e alegria. Nosso trabalho teve muito sucesso e crescia constantemente. Em 1898 a Faculdade da Ciência Divina foi incorporada de modos que podíamos treinar professores, organizar igrejas, desenvolver praticantes e ordenar ministros. Fui ordenada naquele ano e em primeiro de janeiro de 1899, que caiu em um Domingo, assumi a primeira Igreja organizada por nossa Faculdade: The First Divine Science Church de Denver. Servi nesse cargo por trinta anos. A Sra. James foi a presidente da Faculdade por 15 anos e quando ela faleceu eu servi de 1914 a 1929, primeiro em nossa própria Igreja e depois no lindo colégio e Igreja na rua 14 com a Williams. Estamos crescendo e continuaremos assim, pois nossos ensinamentos se baseiam na rocha imutável dDeus. Ensina a verdade de Deus e de sua criação;  do homem e de sua unidade com o Pai; da unidade das Leis Naturais Básicas do Universo; do pensamento como o único meio de expressão; e da consciência do bem como o poder supremo na vida de cada um de nós.” 

“A Ciência Divina reconhece cada avanço no mundo da ciência natural, da arte e da religião, como uma expansão maior da consciência de Deus no homem. Ela proclama o direito do homem, através do pensamento correto e do verdadeiro viver, para a saúde, para a riqueza, para a felicidade e para o poder. Insiste que essas bênçãos estão para serem realizadas pela Lei Real que Jesus nos deu: “Buscai primeiro o reino dos céus e sua justiça e todas estas coisas vos serão acrescentadas.” 

É chegado o tempo em que toda a humanidade será introduzida aos fatos científicos pertinentes ao desenvolvimento espiritual, na exata proporção em que se aprende mais e mais dos fatos científicos das Leis Naturais que governam o mundo do dia a dia em que se vive. 

É o próprio homem quem está avançando em consciência e se tornando mais consciente das Leis Naturais que sempre existiram, verdades que ele pode conhecer e usar. 

Está se tornando evidente que os fatos científicos de natureza espiritual estão mudando a vida da humanidade tão vitalmente quanto da eletricidade, do poder automotivo, e ainda do poder atômico. 

Um conjunto de fatos e verdades sistematicamente organizados e mostrando a operação de leis abrangentes da Natureza que se constituem em uma ciência. 

Quando um sistema de conhecimento surge a partir de verdades espirituais fundamentadas na verdade imutável da onisciência de Deus, essas Leis Naturais se constituem na Ciência Divina. 

Através dos estudos de nossa Igreja são apresentados os princípios e Leis Naturais dentro dessa ciência que recebe o nome de Ciência Divina. 

Nossos quatro propósitos

A Ciência Divina
no Brasil

 

       Nossa Igreja foi fundada no Brasil com quatro propósitos: 

1…

Transmitir os ensinamentos das Sagradas Escrituras através da visão do Cristianismo Positivista ao estilo do Dr. Joseph Murphy, Emmet Fox e outros grandes ministros e escritores do Cristianismo Positivista, como Jesus o ensinou..

2..

Permitir o ESCP (Estudo Sistemático do Cristianismo Positivista) a partir da própria casa do membro da nossa Igreja, sem a necessidade de ter que se deslocar para templos, igrejas, assembleias, cumprindo o ensinamento de Jesus que diz:“… entra no teu quarto e, fechada a porta, orarás a teu Pai, que está em secreto; e teu Pai, que vê em secreto, te recompensará.” Mat (6.5)

 

3…

Permitir a prática do Dízimo Consciente, para a obtenção de todas as bênçãos que o dízimo proporciona àqueles que o praticam. Atualmente continuamos prestigiando o Dízimo, como toda Igreja Cristã, em respeito à citação bíblica:(“Trazei todos os Dízimos à casa do Tesouro, para que haja mantimento na minha casa; e provai-me nisto, diz o Senhor dos Exércitos, se eu não vos abrir as janelas do céu e não derramar sobre vós bênção sem medida.” Ml 3.10).
Mas mesmo sabendo que Deus se coloca a prova abençoando quem doa o dízimo, entendemos que esse assunto deve brotar do coração. O dízimo deve ser doado como uma forma de gratidão por nossas vidas, por nossa saúde, pelas pessoas que amamos, por nossa Missão de Vida, pelas bênçãos que recebemos
Como nem todos percebem esse fato continuamos a aceitar a inscrição de pessoas nos estudos de nossa Igreja através da doação de dízimos provindos de quem o quer praticar. 
Mas em nossa Igreja o dízimo não é obrigatório, o dízimo não é pago, é uma doação que deve brotar do coração das pessoas que o desejarem fazer.
Portanto entendemos que o dízimo é um assunto entre o fiel e Deus e não o exigimos, oferecemos a quem prefere não praticá-lo a opção de contribuir com outros valores no ato de inscrição ao curso de nossa Igreja.

 

4…

Ensinar a prática da oração e das boas obras considerando o ensinamento de Jesus“… qual é o proveito, se alguém disser que tem fé, mas não tiver obras?” (Tiago 2.14)