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Relacionamentos

O amor abalado pela pandemia…

“A Ciência Divina no intuito de servir como Jesus ensinou, compartilha com nossos apoiadores textos e vídeos tratando de assuntos que abordam as principais áreas de suas vidas…”

“O amor não existe como substantivo ele existe como verbo, ou seja, para que haja amor é preciso que conjuguemos o verbo amar.”

 

Com a pandemia algumas pessoas têm se queixado que ter as crianças em casa é uma experiência que algumas vezes se torna insuportável e que até mesmo o relacionamento do casal fica difícil devido à convivência no espaço confinado que é o lar.

Para amenizar esse problema a Ciência Divina compartilha temas relativos aos relacionamentos para ajudar você a melhorar os relacionamentos de que participa e a encontrar relacionamentos novos e gratificantes quando for isso que esteja buscando.

Aqui estão mais um bom motivo para falarmos sobre relacionamentos…

O relacionamento é um dos grandes eixos de nossa existência e vem de encontro à terceira Lei de Jesus que é citada na Bíblia em João 13.34 “Um novo mandamento vos dou: Amem-se uns aos outros. Como eu vos amei.”Perceba que quando Jesus fala de amor ele está falando de compartilhar.

O amor não existe como substantivo ele existe como verbo, ou seja, para que haja amor é preciso que conjuguemos o verbo amar.

Se não amamos não existe o amor.

Na segunda feira passada recebi a notícia que um de meus cunhados foi encontrado morto na casa em que ele vivia sozinho. Viver sozinho é o mesmo que não ter relacionamentos.

Quando você não tem relacionamentos, você não tem com quem compartilhar as coisas boas nem as coisas difíceis que lhe acontecem.

Não sei você, mas eu jamais iria ao cinema sozinho. O gostoso de ir ao cinema é estar com alguém e depois compartilhar o que assistimos e trocar ideias a respeito.

Viajar é a mesma coisa. Tem coisa mais idiota do que fazer uma viagem sem a companhia de alguém que se ama? Como compartilhar a beleza dos lugares, as experiências novas que foram vivenciadas?

A solidão é justamente o viver não compartilhado.

Mesmo que você esteja no meio de uma multidão, se você não se conecta, se você não se integra com essas pessoas, você estará vivendo a solidão, mesmo estando entre muitas pessoas.

Outra coisa que aprendi nessa história do relacionamento é que relacionar-se lhe dá razões para viver.

Assisti uma série inglesa chamada After Life em que o Ricky Gervais (Rik gervéis) interpreta um homem que perdeu a esposa a quem amava. Não tinha mais nenhuma razão para viver e só se mantinha vivo porque tinha que cuidar de uma cadela que ela deixou quando partiu.

Ter uma pessoa a quem você ame, ter um filho ou uma filha, ou pelo menos um pet de quem você cuide, é uma excelente razão para sair da cama de manhã.

Veja bem, eu não estou dizendo que você não deva amar a si mesmo, mas ter alguém para amar, a quem se dedicar lhe dá uma razão muito mais forte para você se levantar da cama em uma segunda-feira chuvosa.

Lidar com pessoas não é uma tarefa muito fácil pois exige que você consiga determinar o temperamento delas.

Ao compreender o temperamento delas, você vai descobrir a maneira com que costumam reagir a estímulos externos. Compreender os temperamentos é demonstrar compaixão e compreensão pelo nosso semelhante.

Compreender que você e as outras pessoas têm temperamentos diferentes, é condição básica para entender o conceito da Neurolinguística que afirma que não percebemos a realidade do mundo, como ela é.

Percebemos a realidade, através do filtro do temperamento, que existe dentro de nós e que a Neurolingüística denomina Mapa. O Mapa que existe dentro de cada um de nós, contém vários filtros, (não apenas o temperamento que nos caracteriza).

Aprendendo a conhecer nosso temperamento básico e secundário, passamos a compreender-nos melhor e também a aceitar os temperamentos das outras pessoas mesmo que sejam completamente diferentes do nosso.

Mas, para que o que vai aprender aqui neste texto tenha um valor real é preciso que você aplique estes conhecimentos na sua vida pessoal, na análise e correção dos distúrbios de seu próprio temperamento e na compreensão (e portanto maior tolerância) com o temperamento das outras pessoas.

Não existe temperamento melhor ou pior, todos os temperamentos têm qualidades positivas e negativas.

Na realidade as qualidades negativas, nada mais são que o excesso das qualidades positivas (para compreender isto leia “Mala Pesada” de autoria de Judith Sills, Editora Campus).

Pode acontecer também, que as qualidades de um determinado temperamento sejam defeitos quando se manifestam em um contexto não adequado.

O conceito dos temperamentos não é uma criação recente, sua origem é atribuída a Hipócrates – o, assim chamado, Pai da Medicina.

É um conceito muito mais antigo do que a civilização cristã, portanto, se sobreviveu a tanto tempo, deve ter seus méritos e merece ser cuidadosamente estudado por todos nós.

Hipócrates, o pai da Medicina ensinava que os temperamentos provinham de quatro “humores” ou fluidos do corpo: o sangue, a bílis amarela, a bílis negra e a fleugma.  É desse ensinamento que se tiram as designações dos temperamentos.

Com o objetivo de facilitar a compreensão dos temperamentos, adotei a nomenclatura utilizada por Florence Littauer, que complementa as designações dos temperamentos, com adjetivos que facilitam o entendimento de cada um deles. 

Por exemplo Popular Sanguíneo, ao invés de apenas “Sanguíneo”, porque a característica dos sanguíneos é serem comunicativos os que os torna populares. O Forte Colérico, ao invés de apenas “Colérico”. O Perfeito Melancólico, ao invés de apenas “Melancólico” e o Sereno Fleumático, ao invés de apenas “Fleumático”.  

Esta foi apenas uma pequena introdução, nos próximos posts você terá a oportunidade de conhecer os quatro temperamentos e vai passar a conhecer melhor a si mesmo, as pessoas que você ama, ou que pretende conquistar.

E essa é a oportunidade de melhorar seus relacionamentos seja um pouco aqui conosco em nosso blog ou em nosso curso especialmente desenvolvido sobre este tema. Este curso é oferecido aos nossos membros e tem trazido grandes bênçãos em suas vidas, mas você também pode adquiri-lo sem ser um membro de nossa Igreja, o conhecimento está disponível a todos e por um valor bem acessível.

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